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2.2. com muito AMOR

Nunca chegamos onde estamos sem termos passado por processos transmutacionais. Não há como. Há mudanças convergentes, divergentes, especulares, trata-se de uma mutação, de uma evolução, meios que nos selecionam e que nos trazem à tona; nos deturpamos, nos acrescentamos; são pitadas à gosto - dia após dia.

Espere! Não espere.

Há por que esperar? Pense...

O PRETÉRITO

Qual é?!... Por que este medo em se entregar?... De onde vem tanto receio, tanta angústia, tanto amedrontamento?... De onde?!. Há explicação para evitarmos algo tão bom e ao mesmo tempo tão sonhado? Heim?! Hã?!...

Contenda

Está vendo aquela borboleta? Siga-a! Veja as cores de suas asas - o rosa que transcende o púrpura e a mescla exuberante que surge  do verde água das bordas. Está em repouso. Logo ela pode voar. Ela pode, simplesmente, bater as asas - movimentar seus pelos dorsais e deixar seu posto. Olhe-a. 

Eu te amo

E aí, é bom amar?... O coração diz que sim; a razão... Eu já não sei. Sinta a paz do amor.

SINTA-SE INCRÍVEL

  Podemos nos sentir medrosos, sem a conspicuidade que verdadeiramente temos; no entanto, em nossa identidade, já marcada e bem delimitada, há sem dúvidas um ser incrível, capaz de cometer as melhores ações em prol da sua felicidade e à de outrem.

Anoitecer