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Estou mal comigo hoje... [tempestades chegam em nossas vidas]

Estou mal comigo hoje. Não vivo num contentamento há tempos Sempre olho para mim e enxergo ruindades Amarguras dilaceram-se em pensamentos pesados Tudo ao meu redor não me serve Nada que olho me agrada Nem mesmo aquilo que costumava a me agradar. Estou mal comigo hoje. Vivo pensando se o que faço está correto Se as mudanças que me entreguei estão me fazendo bem. Sei que mesmo que não estejam, quero continuar Porque da vida a gente não leva nada Tudo que se tem aqui permanece e estagna Não adianta dizer que sou assim ou se serei assado O que passou, passou, e eu tenho que compreender...

Quem sou Eu? [Inspirado]

Poema inspirado em... " Quando você ama alguém Seu coração bate tão alto Quando você ama alguém Seus pés não sentem o chão "  Música: Love Someone de Jason Mraz Sou uma pessoa em busca da própria liberdade Sou um ser extraterrestre habituado a mentir Sou uma poeira incapaz de ser movimentada Sou essa união de sentimentos isolados [ incomunicantes] Sou assim... Sou alguém a procura de alguém Sou uma borboleta violeta a girar sem parar Sou o mundo de "ponta cabeça" Sou eu... Uma pessoa complicada que ninguém entende [ nem eu]

Imaginação e medo caminham juntos

Já não se sabia mais o que era certo ou errado. Tudo parecia estar rodando em uma contradição eufórica da mente. As janelas escuras por conta da falta da luz de fora traziam penumbras que envolviam-nos num amedrontamento infindo. Um silêncio misterioso pairou de repente. O que aconteceu? Uma ventania descabida começou a rumorejar um som estridente e aterrorizante que causava calafrios. Uma moeda de cima da cabeceira da cama caiu sem ao menos pedir licença, o que acabou assustando a todos. Alguém gritou! Quem?

O que Edgar queria?

Edgar já sabia o que ele precisava naquele momento. Se não fizesse algo, morreria! Não podia mais ficar sem pensar, sem idealizar, sem sonhar... E vinha a suposta emoção do seu coração, que o abatia, que o deixava deveras desconcentrado, já não pensava mais no trabalho, nem em ninguém que não o importasse. Por quê?  Mas, por que era tão complicado encontrar um semblante em meio à multidão? Por quê? Por que... São tantos porquês que se torna difícil descrevê-los. Edgar já sabia o que lhe faltava, sabia exatamente do que precisava. Sabia que entre o céu e o inferno há coisas que ele nem imaginava; porém, uma delas ele tinha grande noção: o amor. Entre tantas coisas ruins que existiam entre o benevolente e o maléfico estava este sentimento dilacerador. Talvez este seja o que todos nós precisamos, pois se amássemos mais, reinaria a serenidade, o respeito e o bem neste mundo, que tanto precisa de mudanças boas!

pOr QuE eScrevO pRA miNoRIa???

Sempre me enxerguei na luta pelo público menos privilegiado, talvez pelo fato de eu pertencer a ele, mas não é só isso, ou melhor, tem uma outra causa. Escrevo para homossexuais porque sei que a literatura sobre o assunto é escassa, assim como, em diversos meios de telecomunicações. As pessoas sentem medo (o que é um absurdo!) de falarem sobre gays, lésbicas, transsexuais, travestis, bissexuais, entre tantas outras orientações e expressões das relações humanas, as quais tornam este mundo cada vez mais bonito e diverso (e cheio de purpurina, é claro! rsrs). Assim como escrevo para este público, também dou-me às pessoas que possuem algum "problema" que não vemos na maioria, como por exemplo, as síndromes. A Síndrome de Down é uma delas, que mais vemos por aí. Portanto, acho muito interessante escrever sobre, relatar nos meus romances pessoas que a possuem, tentando quebrar a imagem ridícula que alguns têm ao dizerem que tais indivíduos NUNCA poderão ser felizes ou amarão alg...

O que os olhos veem (Último capítulo)

Se você ainda não leu o Capítulo 2 do folhetim "O que os olhos veem", por favor  CLIQUE AQUI!  antes de começar este. - Eu sempre fui assim, Júlia - lamentou César, abaixando a cabeça. - Eu desconfiava, mas hesitei em te interrogar. Eu via a maneira como você me tratava às vezes, jeito rude, pensava até que você não me amava - em tom baixo e sereno. - Eu saía com ele quase todos os dias... - Eu sei... - E nunca me disse nada?  - Sofri, sabe, César?! Mas, o que eu ia fazer? Eu aceitava, amava você. Fingia que tudo estava bem - uma lágrima saltou-lhe o olho esquerdo. - Desculpa... - o outro sentia-se mais pesaroso ainda. - Sou um monstro! - Não precisa se desculpar... Já passou... Meus olhos já viram o que tinha pra ser visto. E eu entendi. Você está feliz, agora? - Você é uma pessoa muito boa, Júlia. Eu tinha que ter sido verdadeiro com você! Peço desculpas, sim... - chorava. - Calma, César...  O outro tentava conter as lágrimas com as mãos,...