sexta-feira, 19 de junho de 2015

O confesso de uma morte de verão


Uma tremenda dor de cabeça me atingia
Uma febre de duas horas já me percorria
Uma sensação de desmaio que precedia
E dia... Cair-me-ei aqui!
Um sol escaldante sobre meu rosto
Dito de um sonho sem gosto
Uma facada abrupta na mente
E eu parei ali definitivamente
Caiu-me uma gota vermelha da testa
Morri sem saber se era sangue, ou o que era.
Numa hora daquelas
A gente não observa mais nada, apenas dilacera.




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