Pular para o conteúdo principal

Tristeza

Não é melancolia
Nem mesmo sangue escorrendo
Não é escuridão do martírio
Nem o relógio correndo.

É um caso de tristeza
É uma angústia que te apanha
É uma blusa sem botões
Te encarcera sem perceber
E mesmo que você ouse escapar
Há volúpia pelo que é desprezado,
A madrugada é passada em claro.

Uma tristeza que é só,
Nem igual, nem singular.
Ela machuca mais que falsidade
É uma tremenda crueldade
Não te deixa ver o amor
Se faz num som que arde os ouvidos,
Estando muito longe de apaziguar [a dor!].


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O que dizer de João de Barro de Maria Gadú?

E o que dizer dessa música maravilhosa de Maria Gadú? JOÃO DE BARRO Todas as vezes que a ouço, deito-me em meus devaneios Alusões são infalíveis em minha mente As paixões ressurgem num compasso desenfreado As promessas se esvaem, nada mais me importa. Encontro-me deitado, numa palpável dor sem motivo Talvez uma loucura, uma insanidade de minha mente Me acarreta numa impassiva e contagiante melancolia Tudo isso acontece quando ouço esta música, Esta simples e maravilhosa canção  Que me deixa de queixo no  chão Que me fez até construir rimas, rimas estas Que expressam os sentimentos quando a ouço Mesmo que tamanha seja a dor... TODAVIA...

nÃo É nORmAL

O mundo está em desequilíbrio. O que você pensa sobre isso?

TAG: Doenças Literárias

Olá, pessoal, fui marcado esta semana pelo Blog  Chaleira Literária  para a TAG: Doenças Literárias, que se resume em escolher um livro que represente alguma das doenças que foram citadas abaixo. Vou contribuir. Vamos lá! Diabetes:  Um livro muito doce.