quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Desvendar

Carrego aqui... Não! Aqui mesmo,
Aqui onde?
Aqui no meu bolso.
E desço...
As mãos em suas coxas
Pernas de morcego pairando no ar
Esvoaçavam mais que perna de marionete
Esquece! Rasguei o verbete.
Mas não se canse de procurar.
Pois, carrego aqui... Bem aqui, mesmo.
Neste bolso que empelota sua mão
Não me faça de bobo, meu alazão
Que eu trago bem quentinho.
E sabe o que é?
Não sei...
Um presentinho!


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