quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

SÔFREGO PELO DELÍRIO

Olhava todos os dias o céu estrelado com nenhuma nuvem. Não sabia ao certo o que me esperava  e nem sabia se podia ficar na perspectiva de algo. Teve um dia, aliás, em que me peguei pensando numa pessoa muito especial. Sim. Ela é muito especial. Talvez possa parecer um pouco estranho, mas quem disse que escolhemos por quem nos apaixonamos?
Vivo na perspectiva de um encontro, de uma imensurável ajuda, um momento de sofreguidão pelo meu Eu ainda desconhecido. Um Tesouro me desce às mãos e eu posso notar que não estou morto, estou suficientemente vivo para lidar com quaisquer viagens mirabolantes que me vêm à mente todas as vezes em que olho o céu estrelado. Lindo. Sim. O céu é maravilhosamente lindo, e o mais legal, ele é onipresente, sempre está cuidando da gente, nos observando. Eu o amo tanto, por isso. Eu me apaixono. Eu o quero mais que tudo nesta imensa e minúscula vida. O amor que me corrompe e me destrói é algoz. Repelo-me das insensatas controversas que as pessoas dizem e fico mais emocionado ainda quando me falam: "Eu Te Amo". Se não desmancho, murcho-me num compasso estatelante e revigorante, porque quem ama, quer sempre ser lembrado de que o sentimento permanece vivo, como o céu estrelado que eu observo todas as noites, enquanto sonho com a minha paixão ainda desconhecida.




Um comentário:

  1. Toda paixão é desconhecida, por isso é interessante porque vivemos tanto a procura de algo que nos completa, o desconhecido é legal, é diferente, uma sensação unica. logo vc acha, enquanto isso viva sonhando, porque não custa nada e mais amar é lindo.

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