domingo, 28 de maio de 2017

o que vivi

Imagem própria do autor do blog.

Você pode ter certeza (muita!), as lembranças existem (ah! como elas existem - às vezes machucam, às vezes nos distraem). À ela (lembrança) há a magnífica ideia da transformação. Sim. Transforma-nos, e muito. Peguei-me vendo fotos de cinco anos atrás, de amizades que tive e que permaneceram; tudo tão diferente. Épocas distintas... Tudo aparentemente tão recente, mas ao mesmo tempo tudo tão simultâneo e cheio de detalhes... Aliás, os detalhes são os responsáveis por esse alongamento no tempo, porque o tempo passa rápido, o que lhe faz valer a pena são os detalhes. 
São as vidas que passam... que em contracorrente nos transcende energias. Essa troca... Ah, essa troca! (Os momentos!).


Foram tantas palavras ditas, tantos sentimentos... tantos... tantos... todos, tudo, foram tantos.... choros, e choro agora de pensar quanta coisa boa vivi. Quanta emoção passei, quantas vidas eu vi, quantos calores senti... É tão bom sentir. É muito bom ouvir... É lindo degustar; é prazeroso andar - viver!

Foram tantas bobagens, tantas histórias... histórias/estórias... que fizemos a cada dia, e estamos fazendo todo dia uma nova história, sempre deixando para trás uma passagem; fechando e abrindo capítulos... um verdadeiro livro.

E quando chega a noite, a gente olha as estrelas, e se depara com as recordações de quantas vezes (únicas) aquela mesma atitude foi realizada (de modos diferentes); quantos jargões foram malditos... Jargões... foram tantos... formaram novas frases, novas imagens... Novas pessoas. Foram tantos amores, tantos pavores, e às vezes mal degustados.

É contagiante, simplesmente arrepios... (sensações que eu queria estar vivendo [tudo] de novo [intensamente]; e de novo).

Agora, o que mais quero é ter em mim toda as energias boas desses momentos, e acreditar que fui um ser especial para algumas pessoas, e que fui bom para outras, e que continuo sendo calor para muitas.


Obrigado por ler até aqui!

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